Insulfilm – Como utilizar mantendo conforto e dirigibilidade
Insulfilm - Como utilizar mantendo conforto e dirigibilidade. A película nos vidros do carro não pode ser exageradamente escura a ponto de comprometer...

A película nos vidros do carro não pode ser exageradamente escura a ponto de comprometer a visibilidade do motorista.
Uma das razões pelas quais motoristas instalam películas automotivas, ou o “Insulfilm”, é a segurança. Muitos se sentem mais seguros dentro de um carro escuro, escondidos do mundo exterior. Pensam que, caso haja um ladrão à espreita, ele não vai poder identificar os ocupantes e conteúdos dentro do veículo.

Se a pessoa estiver sozinha, por exemplo, vai preferir que ninguém saiba, especialmente em um país onde a violência urbana é um medo constante.
Entretanto, também há um contraponto a esse pensamento. Com os ocupantes escondidos dentro do veículo, também será impossível identificar um agressor dentro do carro. No caso de um sequestro relâmpago, por exemplo, o criminoso passará despercebido.
O Insulfilm é, na verdade, uma marca que fabrica películas automotivas. O nome, como é comum acontecer, acabou pegando para descrever o acessório.
Como informa o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), as regras para o uso do insulfilm são definidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Hoje vale a Resolução CONTRAN nº 960/2022, com a redação dada pela Resolução nº 989/2022.
A norma define que a transmissão luminosa do para-brisa e dos vidros laterais dianteiros não pode ser inferior a 70%. Ou seja, o conjunto vidro + película pode bloquear no máximo 30% da luz nessas áreas.
Aos que desobedecerem a regra, cuja fiscalização compete ao estado, a penalidade é de uma infração grave, com multa e retenção do veículo para regularização.
O órgão detalha, ainda, que o nível de luminosidade considera o “conjunto vidro-película”. Ou seja, se o vidro do carro já é ligeiramente escurecido, o grau de escurecimento do “Insulfilm” deve levar isso em conta.
E isso ocorre muitas vezes, como explica o consultor técnico da Fiat, Ricardo Dilser. Ele esclarece que todos os modelos da marca saem de fábrica com “vidros esverdeados”. O escurecimento do material é feito durante o processo de produção, não havendo película. Dessa forma, o próprio vidro diminui a luz que entra no habitáculo em pequenos graus, além de oferecer proteção contra os raios solares.
O objetivo, segundo Dilser, é oferecer conforto ao motorista. Ao mesmo tempo, na percepção do Denatran, a diminuição excessiva da entrada de luz compromete a dirigibilidade do veículo. Assim, deve haver um equilíbrio entre os dois aspectos.
Em resumo: 70% de transmitância mínima no para-brisa e nos vidros laterais dianteiros.
Já os vidros laterais traseiros e o vidro traseiro podem ser mais escuros que 70%, desde que o carro tenha retrovisores externos dos dois lados. Veja os detalhes no artigo sobre a lei do insulfilm atualizada.
Aos que desobedecerem a regra, cuja fiscalização compete ao estado, a penalidade é de uma infração grave, com multa e retenção do veículo para regularização.
O órgão detalha, ainda, que o nível de luminosidade considera o “conjunto vidro-película”. Ou seja, se o vidro do carro já é ligeiramente escurecido, o grau de escurecimento do “Insulfilm” deve levar isso em conta.
E isso ocorre muitas vezes, como explica o consultor técnico da Fiat, Ricardo Dilser. Ele esclarece que todos os modelos da marca saem de fábrica com “vidros esverdeados”. O escurecimento do material é feito durante o processo de produção, não havendo película. Dessa forma, o próprio vidro diminui a luz que entra no habitáculo em pequenos graus, além de oferecer proteção contra os raios solares.
O objetivo, segundo Dilser, é oferecer conforto ao motorista. Ao mesmo tempo, na percepção do Denatran, a diminuição excessiva da entrada de luz compromete a dirigibilidade do veículo. Assim, deve haver um equilíbrio entre os dois aspectos.
Via: autopapo




